ACNUR e parceiros promovem exposição audiovisual e oficina para comunicadores

  • Em parceria com o jornal Folha de São Paulo e o Memorial da América Latina, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) promove uma série de atividades de cultura e informação sobre as vivências de pessoas forçadas a abandonar seus lares e a buscar proteção internacional no Brasil.
  • Composta por fotos, textos e recursos audiovisuais produzidos pelo ACNUR e pela Folha de S. Paulo, a exposição “Quem conta essa história: jornalistas refugiados ou refugiados jornalistas?" relata os motivos do deslocamento forçado, a trajetória e o processo de integração de quatro jornalistas.
  • A "Oficina de cobertura jornalística sobre refugiados" apresenta dados, referências e informações sobre o papel da iniciativa privada na integração de pessoas refugiadas no Brasil, tendo como foco jornalistas e comunicadores que atuam no setor privado.
  • As ações integram a programação do Dia Mundial do Refugiado, celebrado em 20 de junho.
Exposição audiovisual sobre jornalistas refugiadas integra as atividades em torno do Dia Mundial do Refugiado

Durante os  próximos dias, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o jornal Folha de São Paulo e o Memorial da América Latina promovem atividades de cultura e informação sobre as vivências de pessoas forçadas a abandonar seus lares e a buscar proteção internacional no Brasil. As ações integram a programação do Dia Mundial do Refugiado, celebrado em 20 de junho.

O representante do ACNUR no Brasil, Jose Egas, reconhece nas atividades promovidas pela agência da ONU como um apelo ao público para reconhecer a responsabilidade coletiva pela integração daqueles que buscam proteção internacional: 

“As atividades do ACNUR com a Folha de S. Paulo e com o Memorial da América Latina em torno do Dia Mundial do Refugiado reforça a importância de assumirmos nossas responsabilidades coletivas pela integração de quem busca proteção internacional e tem muito a contribuir para o desenvolvimento dos países, das empresas e das comunidades que os acolhem. Por meio destas iniciativas de cultura e formação, o ACNUR possibilita que a informação de qualidade seja um instrumento efetivo de sensibilização e compreensão da causa das pessoas refugiadas.”

Sobre a exposição - Composta por fotos, textos e recursos audiovisuais produzidos pelo ACNUR e pela Folha de S. Paulo, a exposição “Quem conta essa história: jornalistas refugiados ou refugiados jornalistas?” relata os motivos do deslocamento forçado, a trajetória e o processo de integração de quatro jornalistas. Carlos, Claudine, Kamil e Victorios, que tiveram que deixar, respectivamente, a Venezuela, República Democrática do Congo, Turquia e Síria, em busca de proteção internacional no Brasil. Em suas novas residências, eles buscam reconstruir suas vidas com dignidade, sem deixar para trás os profissionais que são.

A exposição aborda a vida e trajetória de cada um dos jornalistas retratados, considerando o contexto que cada um foi forçado a abandonar, trazendo uma análise das violações de direitos humanos em cada país e os caminhos percorridos pelos profissionais do jornalismo, evidenciando a perseguição sofrida. Compõem a exposição textos descritivos contendo as narrativas de cada refugiado, ilustrados por fotografias e infográficos, além de vídeos com depoimentos em primeira pessoa, trazendo, assim, um olhar mais íntimo sobre a causa dos refugiados.

Sobre a oficina - Com a proposta de apresentar referências conceituais sobre o tema do deslocamento forçado e discutir modelos e formatos de comunicação sobre o papel dos refugiados na sociedade brasileira, ACNUR, Folha de S. Paulo e Memorial da América Latina  apresentam dados, referências e informações sobre o papel da iniciativa privada na integração de pessoas refugiadas no Brasil, tendo como foco jornalistas e comunicadores que atuam no setor privado.

Na "Oficina de cobertura jornalística sobre refugiados", o ACNUR irá trazer algumas referências para a construção responsável de conteúdos humanitários e apresentará um cronograma de cases de empregabilidade de pessoas refugiadas, assim como apresentará o Guia de Cobertura Jornalística Humanitária do ACNUR, uma publicação que orienta comunicadores em relação a produção responsável de matérias sobre o tema do deslocamento forçado.

Serviço:

Exposição Quem conta essa história: jornalistas refugiados ou refugiados jornalistas?

  • De 10 de junho a 31 de agosto
  • De segunda a sábado, das 12h às 16h
  • Espaço Gabo – Praça da Sombra
  • Entrada franca

Oficina de cobertura jornalística sobre refugiados

 

Entidades da ONU envolvidas nesta atividade
ACNUR
Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados