“O mais alto tribunal do mundo se pronunciou. Hoje, a Assembleia Geral respondeu.”
20 maio 2026
Resolução da Assembleia Geral relativa ao Parecer Consultivo da Corte Internacional de Justiça sobre as obrigações dos Estados em relação à mudança climática.
Comemoro a aprovação, hoje, da resolução da Assembleia Geral que dá seguimento ao Parecer Consultivo do Tribunal Internacional de Justiça sobre as obrigações dos Estados a respeito da mudança climática.
Legenda: Em 20 de maio de 2026, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução “histórica” que acolhe o parecer consultivo da Corte Internacional de Justiça (CIJ) sobre as obrigações dos Estados em relação à mudança climática. O texto obteve 141 votos a favor, oito contra e 28 abstenções marcando “um forte consenso global e um marco decisivo no reforço do compromisso internacional com a justiça climática e a proteção do planeta para as gerações futuras”. Foto: Visão ampla do Salão da Assembleia Geral enquanto a Assembleia realiza a eleição de cinco membros da CIJ, em 9 de novembro de 2023.
Esta é uma afirmação poderosa do direito internacional, da justiça climática, da ciência e da responsabilidade dos Estados de proteger as pessoas da crescente crise climática.
Elogio a liderança dos países insulares do Pacífico e de outros Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento — juntamente com os jovens cuja clareza moral ajudou a trazer o mundo a este momento.
As pessoas menos responsáveis pela mudança climática estão pagando o preço mais alto. Essa injustiça deve acabar.
A ciência é clara: os combustíveis fósseis são o principal motor da crise climática. O caminho para a justiça climática passa por uma transição rápida, justa e equitativa dos combustíveis fósseis para as energias renováveis.
As energias renováveis provaram ser a forma mais barata e segura de fornecimento de energia.
A tarefa que temos pela frente é clara — manter o objetivo de 1,5 °C ao nosso alcance e construir um futuro mais seguro, mais justo e mais resiliente para todas as pessoas.