Guterres: “Tornar-se refugiado nunca é uma escolha. Mas a forma como respondemos é.”
"Hoje, reconhecemos os milhões de refugiados forçados a fugir da guerra, da perseguição e de catástrofes. Cada pessoa carrega consigo uma história de perda profunda – de uma família desfeita e de um futuro interrompido. Mas, mesmo quando o mundo falha, os refugiados continuam a demonstrar uma coragem, resiliência e determinação extraordinárias. E, quando lhes é dada uma oportunidade, contribuem de forma significativa – fortalecendo economias, enriquecendo culturas e aprofundando os laços sociais." — António Guterres, secretário-geral da ONU, 20 de junho de 2025
Neste #DiaMundialDoRefugiado, o chefe das Nações Unidas enfatiza que "tornar-se refugiado nunca é uma escolha. Mas a forma como respondemos é. Por isso, vamos escolher solidariedade, coragem e humanidade."
📈 Segundo o Relatório Anual de Tendências Globais da Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR), publicado na última sexta (12), no final de abril de 2025 havia 122,1 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo, em comparação com os 120 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.
A crise global de deslocamento afeta profundamente as Américas, onde a população deslocada à força e assistida ou protegida pelo ACNUR, no final de 2024, alcançava 21,9 milhões de pessoas, ou seja, 17,6% do total mundial.
Para o representante do ACNUR no Brasil, Davide Torzilli, o Brasil tem se colocado como uma liderança regional nos processos de acolhimento, proteção e integração das pessoas refugiadas.
Os avanços do Brasil confirmam análises das instituições financeiras internacionais sobre as diversas contribuições que pessoas refugiadas agregam às comunidades de acolhida, incluindo:
▫️Impulso ao crescimento do PIB.
▫️Criação de empresas formais.
▫️Contribuição para a arrecadação fiscal.
▫️Fortalecimento dos sistemas de seguridade social.
➡️ Descubra mais na página do ACNUR Brasil: https://bit.ly/ACNUR_TendenciasGlobais
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