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UNAIDS apoia Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+

08 junho 2022

Entre os dias 9 e 15 de junho acontece a 7ª Edição do Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, em formato online e gratuito. Nesta edição, o público terá a oportunidade de assistir 27 filmes de 19 países, selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+.

Entre as produções programadas está o curta “Uma Carta Insone”, produzido em colaboração com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), que apoia institucionalmente o Festival. 

A programação do Festival estará disponível gratuitamente na plataforma Sesc Digital (sescsp.org.br/cinemalgbtqia) em diversos idiomas, com legendas em português. 

 

Foto: © Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+

Entre os dias 9 e 15 de junho acontece a 7ª Edição do Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+, em formato online e gratuito. Na edição de 2022, o público terá a oportunidade de assistir 27 filmes de 19 países, selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+. Entre as produções programadas está o curta “Uma Carta Insone”, produzido com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) para o curso online Zero Discriminação e HIV/AIDS

A programação do Festival estará disponível gratuitamente na plataforma Sesc Digital (sescsp.org.br/cinemalgbtqia). O evento reafirma o compromisso das embaixadas e instituições participantes com a igualdade e a dignidade de todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual e identidade de gênero.

A programação de 2022 inclui 10 longas e 17 curtas, em diversos idiomas, com legendas em português. A luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+, a descoberta da própria identidade, a homofobia e transfobia, o amor na população idosa, a luta contra os convencionalismos sociais e culturais e o impacto da COVID-19 são alguns dos temas trazidos pela seleção de filmes desta edição do Festival. 

O Festival, que conta com o apoio institucional do UNAIDS, é coordenado pelas Embaixadas da Bélgica, Dinamarca, Luxemburgo, Reino Unido e Suécia, e produzido pelas embaixadas da África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Canada, Chile, Espanha, Estados Unidos, Eslovênia, França, Finlândia, Irlanda, Itália, Países Baixos, Portugal, e Suíça, assim como pelo British Council, o Instituto Camões, e pelo Wallonie – Bruxelles International no Brasil, em correalização da Delegação da União Europeia no Brasil e do Sesc São Paulo. Conta também com o apoio do Festival Curta Brasília e com as empresas Estudio Sarau e Atelier como Media Partners. 

Conheça alguns filmes que fazem parte do Festival:

Uma Carta Insone (Brasil) - Curta metragem estrelado por Valeria Barcellos e baseado em um conto de Júlia Dantas. No curta, Lorena, uma mulher trans, escreve uma carta para uma enfermeira que a atendeu quando ainda era uma criança. Os caminhos de ambas se cruzam anos depois e Lorena, agora adulta e vivendo com HIV, faz uma reflexão profunda sobre o estigma e a discriminação. 

Shams (Bélgica) - Eden, uma mulher belga de 30 anos trabalha em um centro cultural a milhares de quilômetros de sua casa, na movimentada capital do Cairo. Ela tem um encontro emocionante com uma jovem, Shams. Um dia, Shams desaparece de repente. Com a ajuda de duas amigas egípcias, Eden começa uma luta contra seus próprios medos, negações e preconceitos para encontrar Shams. 

Soccer Boys (Brasil) - Enquanto se preparam para disputar a Taça da Diversidade, os jogadores do Beescats Soccer Boys discutem questões importantes com relação à homossexualidade no futebol e a homofobia na sociedade contemporânea. O filme acompanha André e Douglas, dois jogadores do primeiro time de futebol gay do Rio de Janeiro, que expõem as mudanças em suas vidas a partir do momento em que ingressaram no time e refletem sobre como isso afeta o contexto mais amplo da discriminação sexual no Brasil. 

Luz de presença (Portugal) - Numa noite chuvosa, um homem triste sai de casa para entregar uma carta. Pelo caminho, numa esquina, cruza com uma mulher que o avisa para ter atenção à estrada, o piso está escorregadio. Assim conhece Diana. Fragilizado por uma desilusão amorosa, Gonçalo cai da sua moto. 

Dominique (Brasil) - Conhecemos Dominique em uma ilha na foz do rio Amazonas. No caminho para visitar sua mãe, que criou sozinha três filhas transexuais, ela relembra os tempos de prostituição e brutalidade policial, tendo sobrevivido graças ao amor incondicional de sua mãe. 

Primeiro dia (Austrália) - É o primeiro dia do ensino médio para Hannah. É também o primeiro dia em que ela usará o uniforme escolar feminino e o nome escolhido por ela, ao invés do nome masculino que recebeu no nascimento. 

Entidades da ONU envolvidas nesta atividade

UNAIDS
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/SIDA

Objetivos que apoiamos através desta iniciativa